domingo, 20 de fevereiro de 2011

PE. CORREIA DA CUNHA E OS ESCUTEIROS

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“Sempre alerta para servir”


O agrupamento de escuteiros da Paróquia de São Vicente de Fora teve início nos finais dos anos sessenta, pela mão de Rui Aço, chefe com uma elevada e reconhecida experiência na formação dos jovens pela cartilha de Baden Powell.

A actividade dos escuteiros na Comunidade Paroquial de São Vicente de Fora contudo, nem sempre foi suficientemente conhecida pela maioria dos paroquianos, que apenas os observavam devidamente uniformizados nas cerimónias litúrgicas comunitárias celebradas pelo Padre Correia da Cunha.

Mas detrás disso – havia muito mais! O Escutismo (CNE) era sobretudo, uma actividade eminentemente educativa que preparava os jovens, para serem homens de verdade, vencendo as dificuldades da vida e sobretudo servirem incondicionalmente a Comunidade Paroquial.

Como referia Padre Correia da Cunha, esta obra ficaria incompleta se não fosse adicionado o hábito pelo culto da solidariedade e do serviço desinteressado aos irmãos.





Era precisamente este conjunto de ensinamentos, que o Chefe Rui Aço e seus adjuntos procuravam cultivar, aproveitando para tal todos os pretextos e todos os momentos. Nos escuteiros aprendia-se a devoção pela solidariedade, a tolerância, a coragem mas também o sentido crítico, a lealdade, a afirmação pessoal, a superar as dificuldades, dando cada um o seu melhor.

Padre Correia da Cunha reconhecia que o Escutismo era um movimento de formação integral da juventude e por isso o acarinhou. Procurava sempre nos seus encontros com todos estes jovens dar o seu sábio conselho e contributo para o seu desenvolvimento moral, humano e mormente cristão…

Sob a ideia geral de estudar as práticas ao ar livre, procurava-se preparar os jovens para os aspectos educativos à base do campismo, das marchas através do campo, orientação e estudo do terreno e da natureza -actividades que se realizavam aos fins-de-semana sempre com uma grande adesão por parte dos escutas.


A sede dos escuteiros estava localizada nas duas salas anexas do primeiro andar do pátio dos corvos. Era também neste pátio e na cerca anexa à Igreja de São Vicente de Fora que se efectuavam muitas das actividades e práticas desportivas dos escuteiros. O agrupamento era constituído por jovens de todas as idades e chefes para os vários escalões.

Haverá ainda hoje quem manifeste, pelos Escuteiros de São Vicente de Fora, um profundo respeito e gratidão. Estou seguro que houve uma geração de adolescentes e jovens que receberam um inestimável contributo para a sua educação e formação enquanto homens.





Não posso deixar de publicar esta foto e lembrar que foi numa manhã de Domingo que o saudoso, estimado e admirável Padre João José Saraiva Diogo, director do Secretariado Nacional da Catequese, me captou uniformizado de escuteiro pela sua objectiva. Padre João Diogo (1920/1974) , um grande e bondoso sacerdote que ainda hoje é recordado por muitos, pela sua afectuosidade e dedicação aos jovens de São Vicente de Fora.

Para fecho gostaria de sugerir a todos os antigos escuteiros, que façam chegar a este Blogue, histórias, testemunhos desses tempos assim como fotos das várias actividades do Agrupamento de Escuteiros de São Vicente de Fora, mantendo-se assim bem vivo o lema:

“Sempre alerta para servir”



















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sábado, 12 de fevereiro de 2011

PE CORREIA DA CUNHA, 2ª ESTAÇÃO-BATALHA

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… da arte cristã, agradecendo em prece!



A segunda estação destas peregrinações ao Santuário de Nossa Senhora de Fátima, dos nossos marujos, era no grandioso monumento a Nossa Senhora da Vitória (Batalha).

O sumptuoso monumento da Batalha foi mandado construir por D. João I, em cumprimento de um voto que ele próprio havia feito na memoranda manhã de 14 de Agosto de 1385, quando entrava no famoso combate que daria a Portugal a vitória mais brilhante da sua história.

É um edifício grandioso e sublime, que elevava a alma dos marujos e exaltava a sua imaginação, enchendo-os de profundo respeito e uma invencível admiração.


Santa Maria da Batalha, que era uma maravilha de arte e que seria o orgulho das mais artísticas nações do Mundo, tem para nós um encanto particular, pois constitui a evocação grandiosa da valentia dos portugueses na defesa da nossa independência e é um monumento eterno da gratidão dos Portugueses à Santíssima Virgem Maria, Padroeira da Nação.

Para a crise da Independência, preparou e ofereceu heróis como Nuno Álvares Pereira e outros combatentes, que a bandeira transportavam com Jesus Cristo e a Padroeira. Assim na hora decisiva de Aljubarrota, lá andavam estes dois rostos, ao lado de El-Rei e do Condestável a animar as tropas e a insuflar-lhes confiança na vitória.

Era pois com razão que Padre Correia da Cunha afirmava: “Enquanto houver portugueses, tu serás o seu amor.”

O capelão Correia da Cunha trazia sempre nos lábios, quando andava sobre as ondas do mar, ora ameaçadoras ora embaladoras, uma palavra de gratidão e reconhecimento para aquela que chamava a Estrela-do-mar que sempre os conduzia a porto seguro…




SEGUNDA ESTAÇÃO


BATALHA


(Santa Maria da Vitória, …eis novo Santuário consagrado a Nossa Senhora!
Entremos todos juntos, como irmãos e como peregrinos e ocupemos, em silêncio, a nave central.
Ajoelhemos depois e cantemos juntos, como em Alcobaça!)

Solistas: Bendito e louvado seja
o Santíssimo Sacramento
da Eucaristia!

Todos:
Fruto do ventre sagrado
da Virgem puríssima
Santa Maria!


Solistas: Glória Patri et Filio
et Spiritui Sancto.


Todos: Sieut erat in principio et nunc et semper
et in saecula saeculorum. Amen.


CORO FALADO


Solista: Aqui, neste Mosteiro da Batalha
Em honra da Senhora da Vitória
Fez-se de pedra o Sonho d’uma glória…
(Que a pedra se faz sonho quando a talha
canteiro humilde com devota mão…)

Todos: Aqui é o Mosteiro da Belém
Sonho de Pedra, eterna gratidão!


Solista: Aqui é o Mosteiro da Vitória
Poema em pedra da mais bela traça
Que Dom João, Rei de fiel memória
Erguesse à Virgem-Mãe, cheia de Graça!
Todos: Cada pedra é palavra de louvor;
Cada coluna um verso aos céus erguido;
cada arco uma ‘strofe’ de’splendor;
cada nave um canto agradecido!


Solista: Capelas Imperfeitas!...Eis a glória
da arte cristã, agradecendo em prece
À Virgem da Vitória!
São Pedras? – Não!
São Almas de joelhos,
Jurando sobre os Santos Evangelhos
Que Portugal não esquece!


Todos: Cheia de Graça
Ave Maria!
O homem passa,
A pedra não:
De noite e dia
É gratidão!
Cheia de Graça.
Ave, Maria!

Solista: E aquel’sagrado Altar
Da nave principal
É bem o coração a palpitar
Do nosso Portugal!


Todos: O altar, além erguido
com fé e devoção,
É bem o coração
De todo o Portugal reconhecido!


Solista: Antes de ser Poema da Vitória
Feito de pedra em jeito de oração,
Foi este campo (tal qual reza a História)
Marcado a sangue, p’ra ser nosso chão…

Durante essa Batalha d’alta Glória,
(Quando podia ainda ser derrota!...)
Aqui nos campos de Aljubarrota,
El-Rei fez voto à Virgem da Vitória!





Todos: E a Virgem Santa Maria,
De coração portuguesa,
Não deixou de ouvir a reza
Que Dom João lhe fazia…

Solista: Era este campo uma charneca em flor
Cobiçada p’la gente castelhana…
Mas a Senhora, com materno amor,
Tinha por sua a Terra Lusitana!


Todos: Terra de Santa Maria,
Portugal foi sempre vosso!

Solista: Bastou que El-Rei em prece ajoelhasse
Humildemente nesta terra chã
E os cuidados da Virgem confiasse
Nossos destinos de Nação cristã

Todos: E a Virgem Santa Maria,
De coração portuguesa,
Não deixou de ouvir a reza
Que Dom João lhe fazia…


Solista: Perto de El-Rei também ajoelhou
O Condestável, grande herói e Santo,
E a sorte da batalha se mudou,
como por graça de divino encanto!


Todos: E a Virgem Santa Maria,
De coração portuguesa,
Não deixou de ouvir a reza
Que Dom Nuno lhe fazia…


Solista: Ala dos Namorados, gente moça,
Almas cheias de fé e devoção
Pedem à Virgem Santa que os ouça
E lhes conceda a Sua protecção!


Todos: E a Virgem Santa Maria,
De coração portuguesa
Não deixou de ouvir a reza
Que aquela gente moça lhe fazia…

Solista: Mais confiante na divina Graça
Que na sua bravura e valentia,
A Lusa gente pede a Deus que faça
Mais um milagre de Santa Maria.

Todos: E a Virgem Santa Maria,
De coração portuguesa,
Não deixou de ouvir a reza
Que o nosso povo fazia…

Solista: E o milagre surgiu à Luz da História…
E o voto se cumpriu em sonho ideal…
E as pedras rezam : Virgem da Vitória!
Salve Rainha e Mãe de Portugal!

Todos: Salve Rainha e Mãe de Portugal!


Solista: E o Poema surgiu maravilhoso.
P’ra sempre em pedra aqui ficou erguido
À Virgem Santa – Canto glorioso
Do Povo Português reconhecido.


Todos: Cheia de Graça,
Ave, Maria!
O homem passa
A pedra não:
- De noite e dia
È gratidão!
Cheia de Graça
Ave, Maria!


Solista: Aqui rezavam juntos com seus filhos
El-Rei, Mestre de Avis a sua esposa
Aqui foram sonhados novos trilhos
Que tornaram a Pátria Gloriosa.


Solista: Aqui sonhou seus feitos de glória
A Ínclita Geração – Altos Infantes
Rumos novos se abriram para a História
E se forjaram almas de gigantes!

Formou-se aqui o sonho do Império
E a Cruz de Cristo a sangrar nas velas
Desvenda os caminhos do mistério,
Enquanto a Virgem, em nichos nas cobertas,

Aponta o rumo às naus e caravelas
Do Portugal cristão das descobertas!

Marinheiros – Peregrinos
Hoje e sempre – a toda a hora –
Ponde nas mãos da Senhora
Vossas almas e destinos.


Vós, que sulcais o mesmo mar d’outrora
Guardando a Pátria d’ Aquém e d’Além-Mar,
Rezai à Virgem Mãe Nossa Senhora
P’la vossa Pátria, pelo nosso Lar!


Todos: Portugal é sempre vosso,
Inda que o Demo o não queira!
Terra de Santa Maria
Portugal é sempre vosso!
Sois a nossa Padroeira.


CANTICO FINAL

Solista: Salve, Nobre Padroeira
Do Povo teu protegido
Entre todos escolhido
Para Povo do Senhor


Todos: Oh! Glória da nossa terra,
Que tens salvado mil vezes,
Enquanto houver portugueses, (bis)
Tu serás o seu AMOR!















terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

PE CORREIA DA CUNHA, 1ª ESTAÇÃO-ALCOBAÇA

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FOTO DE GONÇALO AFONSO DIAS


PEDRAS ERGUIDAS (jeito de quem reza) …



As Peregrinações da Família Naval, organizadas pelo Padre Correia da Cunha, ao Santuário de Fátima, eram manifestações de culto mariano verdadeiramente apoteóticas, cuja lembranças nunca se apagarão das memórias de muitos milhares de marujos. A primeira estação era no monumental convento e igreja de Santa Maria de Alcobaça, cuja sua construção é fruto de um voto feito por D. Afonso Henriques, quando planeava a difícil e arriscada conquista de Santarém.

Monumento erguido em honra da Mãe de Deus, desde a primeira idade da Independência da nação, constitui o brado imorredoiro das primeiras gerações de Portugal a proclamar bem alto aos portugueses de todos os tempos a sua entranhada devoção à Imaculada Mãe de Deus.

Alcobaça deve muita da sua prosperidade agrícola aos monges que foram os primeiros e desmedidos lavradores do nosso Portugal.
Com a agricultura, desenvolveram também grande actividade industrial. O mosteiro era uma vasta oficina; trabalhava-se ali o ferro e a madeira, tecia-se o linho, preparava-se a pele, todas as indústrias da época ali estavam representadas e tinham os seus operários.

As mais nobres e grandiosas tradições populares da nossa Pátria, no que tem de mais belo e encantador, nasceram do espírito de fé e dos sentimentos católicos dos portugueses

Estas palavras de Padre Correia da Cunha, que estou transcrevendo trazem-nos à memória a sua imensa devoção ao espírito de fé a Nossa Senhora – Virgem Mãe e como ele sempre lembrava: “Grande glória a nossa, sermos escolhidos pela Previdência para desempenhar o primeiro papel: - de nos embalarmos nas ondas…em naus que transportaram a mais fecunda semente da Cristandade.”Tudo isto aconteceu, sendo visível e tendo como providencial auxílio a nossa Imaculada Padroeira Mãe de Deus, que mais tarde se dignou aparecer no lindo céu de Portugal.






PRIMEIRA ESTAÇÃO



ALCOBAÇA




Alcobaça… O Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça é o primeiro santuário de Maria que encontramos no caminho.

Entraremos todos juntos, como irmãos e como peregrinos.

Ocuparemos os bancos da nave central e depois saudaremos Jesus e Sua Mãe, cantando de joelhos.

Bendito:

Solistas: Bendito e louvado seja
O Santíssimo Sacramento da
Eucaristia!

Todos: Fruto do ventre Sagrado
Virgem Puríssima,
Santa Maria!

Solista: Glória Patri et Filio
Et Spirítui Sancto

Todos : Sicut erat in principio et nunc et semper
Et in saecula saeculorum Amen !


Solista: Rezemos a SALVÉ RAINHA!


Salvé Rainha!
Mãe de misericórdia,
Vida, doçura esperança nossa, salve!
A Vós bradamos
os degredados filhos de Eva,
Por Vós suspiramos
gemendo e chorando neste vale de lágrimas
Eia, pois, Advogada nossa.
Esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei!
E depois deste desterro
Nos mostrai Jesus,
Bendito fruto do vosso ventre!
OH! Clemente
OH! Piedosa!
OH! Doce Virgem Maria!
Rogai por nós Santa MÃE de DEUS
Para que sejamos dignos de alcançar as
Promessas de Cristo. AMEN

TODOS DE PÉ

CORO FALADO

Solista:
Irmãos! Este é o Mosteiro de Alcobaça

- Pedras erguidas (jeito de quem reza)
Espelho fiel da Alma Portuguesa
Aos pés da Virgem-Mãe, cheia de Graça!

Todos: O Mosteiro de Alcobaça
Foi o primeiro solar
Que à Virgem cheia de Graça
Portugal quis consagrar.
Peregrino que aqui passa
Não passa sem Lhe rezar!...

Solista: Desde o princípio somos Terra Santa,
P’lo milagre de amor e devoção
Com que o primeiro Rei aqui levanta
A própria pedra em forma de oração!


Todos: Cheia de Graça,
Ave Maria!
O homem passa,
A pedra não:
- De noite e dia
É oração!
Cheia da Graça,
Avé Maria!


Solista: Eis desde o berço Portugal rezando!
É pedra a pedra este Rosário tece,
Para que sempre ao céu suba uma prece
Que, em nome seu, a Virgem vá louvando!


Todos: Cheia de Graça,
Ave Maria!
O homem passa,
A pedra não:
- De noite e dia
É oração !
Cheia de Graça,
Ave Maria!


Solista: E a Terra Portuguesa, desde logo,
Ungida com a bênção d’alegria,
Marcada foi com este nome a fogo
Divino : TERRA DE SANTA MARIA!


Sim! De verdade, a Virgem nos benzeu
Com materno olhar feito sorriso…
E fez de Portugal rincão do Céu,
E fez da nossa Terra o Paraíso!


Todos: Portugal é Terra Santa:
Terra de Santa Maria!
Marinheiros reza e canta:
Salve Rainha!
Ave Maria!

Solista: E desde então a História Portuguesa
È como um Livro de Horas – Ritual –
Rezando feitos de imortal beleza
E tendo iluminuras de missal!


Todos: Nossa História é Livro de Horas
Que há oito séculos
se vem rezando!...
Nossa História é Livro de Horas
Horas de Santa Maria!







Solista: Neste belo mosteiro de Alcobaça
Ungido pelo óleo sacramental da Sagração
e pelas orações e cânticos
de todas as gerações de Portugueses…

Solista: Oh ! Marinheiros – Peregrinos
em cujo olhar se reflecte mar e céus
- pedi à Virgem Santa Mãe de Deus
Volva até nós os olhos seus divinos.
Oh! Peregrinos – Marinheiros,
Mãos calejadas das fainas no mar,
- Juntai as vossas mãos doridas
Ás mãos dos vossos cristãos companheiros,
que tiveram de ficar,
e a todas as mãos aqui erguidas
desde o século treze até agora
À Virgem Mãe de Deus, Nossa Senhora!
E assim unidos todos num só gesto de oração e amor
- O Passado e o Presente:
( A Alma Portuguesa de toda a nossa gente)
- Unidos numa reza…
Aclamai com amor

- Rezai com alegria:
- Salve, Mãe do Senhor!

AVÉ MARIA!






Todos: Salve, Mãe do Senhor! Ave, Maria!
Solista: Oh! Peregrinos – Marinheiros!
De voz afeita ao marulhar das ondas,
Juntai a vossa voz
à dos vossos irmãos e companheiros
e à dos nossos avós…

Continuai… Rendei o serviço de Rondas
Rendei a guarda das Ave Marias,
Que desde há oito séculos se rezam todos os dias!
Clamai bem alto
Num coro triunfal
Que oiça a terra e os céus!
- Salvé Rainha, Mãe de Deus!
Madrinha de Portugal!

Todos: Salve Rainha, Mãe de Deus
Madrinha de Portugal!


Solista: A vós, mulheres cristãs,
Esposas, mães, filhas, irmãs
dos nossos marinheiros
Que, de pé, junto do cais
com olhos rasos d’água ali ficais
a sós com vossa dor
feitas estátuas vivas de saudade
rezando pelos vossos companheiros…
Que Deus os acompanhe;
E os guarde a Virgem – Mãe;
Que tenham saúde e paz
E voltem em breve e bem!

Só as mulheres: Que Deus os acompanhe,
E os guarde a Virgem-Mãe!
Que tenham saúde e paz!
E voltem em breve e bem!


Solista: Vós, mulheres cristãs,
Esposas, mães, filhas, irmãs
dos nossos Marinheiros
que não passais um só dia
sem por eles rezar
à Senhora da BOA VIAGEM
à Senhora dos NAVEGANTES
à Senhora da Guia

- Rezai aqui também
à Virgem Nossa MÃE:

Só as mulheres:
Ò Senhora de Alcobaça

Ò Virgem Nossa Senhora
Velai por nós hora a hora
Em cada dia que passa!


Só as mulheres: Ò Virgem cheia de Graça,
Senhora da Soledade!
Ó Senhora de Alcobaça
Tende de nós piedade!


CANTICO FINAL:

Solistas: - Senhora Nossa, Senhora minha;
- Vida esperança, clemência e luz!

Todos: Salve Rainhas! Salve, Rainha ! (bis)
Senhora minha! Mãe de Jesus!



(Segue-se a visita ao Mosteiro)


Continua…
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